Top 4 Coisas Que Me Marcaram em 2016

30 dezembro 2016

O nosso ano é feito de muitas coisas que nos ajudam a crescer e a abrir os horizontes e os livros, os filmes e a música têm essa capacidade: são muitos os que nos fazem pensar, os que nos fazem questionar, os que nos fazem agir seja pelo que for.

Todas essas coisas nos marcam de certa forma, nos modificam, nos fazem evoluir e nos mostram novas paixões.

THE DANISH GIRL | CINDERELLA | BROOKLYN | ME, EARL AND THE DYING GIRL

Os quatro filmes deste ano tinham todos jornadas. O The Danish Girl daquelas que nos dizem que se alguma coisa não está bem connosco e com a nossa vida vamos sempre a tempo de a fazer acontecer, o Cinderella uma que mostra que é possível ser feliz mesmo com todas as bolas curvas que a vida nos lança, o Brooklyn que uma mudança radical em busca daquilo que precisamos tem tudo de assustador e de recompensador e o Me, Earl and the Dying Girl da maior jornada de todas: a vida e a sua imprevisibilidade.
Dois mil e dezasseis deve ter sido o ano que mais vezes fui ao cinema. Vi de tudo, bom e mau mas aqueles que me marcaram mesmo foram vistos em casa, embrulhada numa manta para tirar todas as minhas conclusões depois.
IT ENDS WITH US | O LAR DA SENHORA PEREGRINE PARA CRIANÇAS PECULIARES | MY LADY JANE | SWEAR ON THIS LIFE

Dois mil e dezasseis foi o ano em que li menos de sempre. Da minha vida toda. A vida acontece, o segundo ano da faculdade tem sido incrivelmente trabalhoso e não consegui dar conta da minha pilha - sempre crescente - de livros que quero ler.

O It Ends With Us foi a leitura mais marcante e tenho andado a recomendar este livro a toda a gente. É forte mas delicado ao mesmo tempo e aborda assuntos sérios de forma crua e real que nos põe a pensar que as coisas nem sempre são tão lineares, O Lar da Senhora Peregrine Para Crianças Peculiares foi escolhido pelo Mário e eu ainda não tinha lido nada sobre ele ou dele. Foi uma surpresa tão agradável! E sempre que uma música específica do ÁTOA começar a tocar... vou-me sempre lembrar deste livro (estava em estúdio com eles quando o li). My Lady Jane... um dos livros mais engraçados que li que é um retelling de uma parte da História que nos faz desejar que ela tenha acontecido mesmo assim (sem pessoas a serem decapitadas e com pássaros mágicos) e o Swear on this Life a prova que podemos aprender com situações da nossa infância e que podemos contar com as pessoas mais improváveis.


Em dois mil e dezasseis descobri muitas coisas boas e enamorei-me por cantores já estabelecidos. A Sia esteve presente em basicamente todos os momentos da minha vida este ano e cada vez mais gosto do trabalho dela.
Os Reignwolf e os The Greasy Slicks foram as descobertas do ano: um numa vibe mais rock e noutro numa vibe mais soul. Estão em cantos diferentes do espectro mas ambos têm estado em repeat.
O Tom Rosenthal acompanhou-me na minha jornada pelo Youtube este ano. Todas as músicas dele encaixaram perfeitamente naquilo que queria transmitir e há existe qualquer coisa nelas que me acalma ou me alegra.
[Se carregarem nos nomes dos artistas vão conseguir ouvir a música que mais gostei].

TOP 4 DE ANOS ANTERIORES...

----

O que vos marcou em 2016? Pode ser um livro, um filme, uma banda, uma música...tudo!

7 comentários

  1. TOM ROSENTHAL é tão bom, mas tão bom! Sou in love pelas músicas dele!

    ResponderEliminar
  2. Relembro, de 2016, para além de todos os acontecimentos públicos tanto horríveis (Trump, terrorismo, etc...) como bons (a medalha de ouro, a vitória no Europeu, o Guterres, etc...) um livro que me marcou especialmente: Os Filhos da Droga. Li este livro, ou melhor, devorei-o e é tão forte que me fica na memória para sempre.

    My Own Anatomy ♡

    ResponderEliminar
  3. Nós termos ganho o Euro foi definitivamente algo que me marcou!

    Há Q&A no blog, faz a tua pergunta!
    Beijinhos
    That Girl

    ResponderEliminar
  4. sia, the danish girl <3 e fiquei embeiçada por esses livros!!

    https://rrriotdontdiet.blogspot.pt/

    ResponderEliminar
  5. O que me marcou bastante foi um dos livros de Saramago, "As intermitências da morte"! Se nunca o leste, aconselho bastante!

    A Vida de Lyne

    ResponderEliminar
  6. O ano de 2016 marcou-me pela positiva e pela negativa. Foi o ano em que licenciei-me em Design, que Portugal ganhou o Europeu e que António Guterres alcançou o maior cargo de topo da ONU. Pela negativa, a vitória de Trump, uma pedrada em quem acredita em liberdade, igualdade e é contra o racismo e xenofobia exercido nas minorias, acima de tudo uma perda de esperança num futuro melhor, a nível ambiental.

    Adorei 2 dos 4 filmes que mencionaste, o The Danish Girl e o Brooklyn. Mas os filmes que mais gostei em 2016 foram o Spotlight e o Room.

    Bitaites de um Madeirense | Facebook | Instagram

    ResponderEliminar

Design, coding and theme by Ana Garcês.
Copyright © 2011-2017