MOVIES | The Great Gatsby

A par com o Pride and Prejudice, o The Great Gatsby é um dos meus livros favoritos por isso este era um daqueles filmes que estava absolutamente mortinha para o ver.

Sinopse: A história do aspirante a escritor, Nick Carraway, que deixa o Oeste para ir para Nova Iorque na primavera de 1922, uma era de baixa moral, de um jazz deslumbrante e de reis do contrabando. Perseguindo o Sonho Americano, Nick instala-se perto da casa do misterioso milionário Jay Gatsby e também da casa da sua prima Daisy e o seu mulherengo marido de sangue-azul, Tom Buchanan. É assim que Nick é atraído para o cativante Mundo dos super-ricos, das suas ilusões, dos seus amores e decepções. Nick assiste, dentro e fora do Mundo em que habita, à história de um amor impossível, sonhos incorruptíveis e amargas tragédias, levando-nos até às nossas lutas do Mundo actual.
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Antes de começar a review propriamente dita tenho duas coisas a abordar primeiro:
a) podemos falar do guarda-roupa de babar deste filme? Fiquei a querer alguns vestidos e headpieces para mim!
b) e a banda sonora, senhores? Jazzy com um toque moderno. Perfeita para o ritmo do filme e para a altura em que foi filmado. Não podia ter pedido melhor!

Bom, prosseguindo...

É uma história estonteante e deliberada de decadência e este filme traz o romance de F. Scott Fitzgerald à vida de forma brilhante. Com alguns ajustes à história do livro aqui e ali, o realizador e o seu elenco de estrelas criaram um Mundo visualmente impressionante que não pode ser posto de lado!
Se esperam um filme subtil, esqueçam. Não fosse o realizador o Baz Luhrmann, o mesmo que realizou o Moulin Rouge! em 2001. 
Sim, o The Great Gatsby é over the top, in your face, é barulhento, é inquieto como devia ser. Mas apenas durante um tempo. E apenas quando é necessário.

Quando o misterioso Jay Gatsby dá festas na sua mansão em Nova Iorque ele fá-lo com todo o excesso e frivolidade que eram sinónimos dos estereótipos impostos pela sociedade nos anos vinte.
O que encanta o vizinho Nick Carraway é o enigma do homem. Porque é que ele é tão rico? Porque é que existem todos estes rumores? É um herói de guerra? Um gangster? E quem são estas pessoas todas? Farão parte do seu empério?
Mas é o fascinio de Gatsby com a mansão do outro lado da água – e a luz verde do farol no fim do seu cais – que intriga Nick. Até porque nessa mansão mora a sua prima Daisy e o seu marido rico e racista Tom Buchanan.

No meio da extravagência estão pequenos vislumbres à fragilidade humana. Há uma cena em especial em que isso acontece: a cena onde Gatsby se encontra pela primeira vez com Daisy após cinco anos é a evocação perfeita ao dizer que nenhuma quantidade absurda de dinheiro ou preparação pode ajudar a tornar a situação de nos encontrarmos com um amor antigo menos awkward.

Acho que o Fitzgerald iria adorar este filme. 
Primeiro o Luhrmann faz-nos mergulhar totalmente no Mundo de Gatsby e depois leva-nos numa viagem marcada por momentos de perda, arrependimento, saudade e esperança (algo que o Nick está sempre a frisar).
Luhrmann e Gatsby são o par perfeito. Esta adaptação diz que o realizador compreende claramente o espírito do livro de Fitzgerald melhor do que a maioria dos críticos de cinema.

O filme é tudo de bom, quer para quem leu e para quem não leu o livro. Se prestarem atenção conseguem ver que ele é muito mais do que aquilo que mostra e aparenta.
(Eu já o vi umas três vezes e de todas as vezes encontro detalhes que nunca tinha reparado antes).

Resumindo: vejam-no. Não se vão arrepender.

Classificação infinito mais um: 8/10
Classificação IMDB: 7,3/10




 
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9 comentários:

  1. Amei por demais, e o meu único arrependimento é não o ter visto no cinema, pois sinto que aí sim o ia viver com muito mais emoção! Ainda não tinha lido o livro, e agarrei-o de seguida, e também foi impossível de não amar.

    <3
    http://zazzish.blogspot.pt/

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  2. eu vou um bocado atrás dos guarda-roupas e aspectos visuais dos filmes e este, oh my, fabuloso ^^

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  3. ainda não vi o filme mas quero muito ver. tenho que arranjar um tempinho! beijinho
    run-your-world.blogspot.pt

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  4. Eu gostei mas claro que o livro será sempre o livro. A banda sonora estava top, dentro deste género de adaptação à la Baz. E também suspirei muito pelos outfits... DiCaprio sempre fantástico! Ainda assim, o meu preferido deste realizador é o Romeo+Juliet^^ O Gatsby marcou-me mais visualmente embora também tenha mexido comigo emocionalmente; identifico-me um pouco com aquela esperança ilusória do Jay Gatsby de querer repetir o passado... enfim, é triste.

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  5. Eu fui ver ao cinema e adorei! da história ao guarda-roupa, passando pela música. Muito Bom!

    http://checkout-fashion.blogspot.com/

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  6. Comecei a assistir, mais peguei já bem no final
    Beijos
    http://segredosdacahlima.blogspot.com.br/

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  7. Gostei muito do filme mas não me atrevi a ler o livro(ainda).. Talvez um dia :)

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  8. Um dos meus filmes preferidos! Chorei baba e ranho, e achei o filme a coisa mais amorosa de sempre. E mais uma vez uma excelente interpretação do nosso Leo e este homem não ganha o ÓSCAR.

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