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08 setembro 2012

Há um tipo de bolo que não recuso nunca, porque me sabe pela vida quando o como e porque não sei que mãos mágicas fazem aquilo mas é um autêntico prazer dentro da boca. Esses bolos são os de aniversário, aqueles cheios de recheios e coberturas - quando mais melhor - podem ser com fruta que também não me importo; uma fatia do canto se não for pedir muito.

Adoro bolos de aniversário e acabo sempre por comer tudo aquilo que me deixam. Quem me conhece já deixa um cantinho (grandinho e generoso) para mim, nem que acabe por levar para casa e comer noutro dia. Este é um dos motivos pelos quais não me importava de fazer anos mais vezes ou de celebrar mais situações: só para ter o prazer de comer uma fatia de bolo que se derrete na boca e parece que foi feita por anjos.


Até jazz,

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