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11 novembro 2011

Há muito tempo que já não andava nestas andanças de blogs. O que neste caso não ajudou muito para montar e meter este do meu agrado - uma autêntica dor de cabeça com códigos HTML, configurações e um sem número de condicionantes que por momentos me mandaram para a terra dos renegados tecnologicamente.

Devo dizer que enquanto lutava contra as configurações, me perguntei porque estava a retomar esta "vida" de blogger uma vez que já tinha desistido não por uma, mas por duas vezes.. E a resposta surgiu - não clara como a água, que o tempo não está para isso - mas surgiu.

Cheguei a um momento na minha vida em que tudo se encaixa perfeitamente: estou feliz. Sinto-me concretizada. Estou focada nos meus objectivos. Tenho muito para dizer, porque acordei para o que me rodeia, descobri novos interesses e paixões e não tenho medo de partilhar as minhas opiniões e conclusões.
Sim, a conjuntura (já dizia a Maya) está de facto perfeita para iniciar (novamente; e à terceira é de vez) esta fase, e continua-la; sem preguiças.

E ainda outra pequena nota: tudo o que seja originalmente feito por mim terá a marca d' água do blog.

Aguentem comigo. Não é fácil. Mas também não é mau de todo! Podia ser pior!

Até breve
Até jazz,


2 comentários

  1. A vida é feita de momentos, ocasiões. E esses momentos trazem tantos ou tão poucos sentires que os queremos partilhar, ainda que connosco apenas.
    Alimentar um blog é, mais que tudo, gritar um desabafo. Bom, mau, triste, feliz, sentido, leve, muito ou pouco interessante.
    Desabafar é gritar ao Mundo o quão bom estava o nosso almoço, ou que o elástico do cabelo aperta; mas também tentar exprimir o quanto se ama a vida, o quanto se ama alguém, o quanto se ama!

    Não considero um blog aquele que é lido por muita gente, mas sim aquele que toca a quem o lê.

    Também eu tive um blog. Por pouco tempo, lido por ninguém. Mas eu também lia o meu blog... e re-lia... E sei agora que fui o melhor leitor, o mais assíduo. "Poucos mas bons", é o que se diz - eu acrescento "Nenhuns mas perfeitos".

    Escrever não se faz com o intuito de ser lido. Escrever faz-se com o intuito de dar a ler.

    O melhor leitor é aquele que te encontra, e não aquele que te procura.

    Eu encontrei-te e hoje sei que não precisei de te procurar.

    Amo-te!

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  2. Bem vinda de volta! Já tinha saudades da tua presença neste mundo! :)
    Muitas felicidades para o blog!

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