11.7.16

Heróis do Mar

Em dois mil e quatro tinha onze anos e não entendia nada de futebol (continuo sem entender grande coisa, na verdade).  Esse ano foi o primeiro em que vi a Selecção a jogar e em que chorei quando perdemos com a Grécia.
Desde daí nunca mais me sentei para ver um jogo até ao fim. Não estou a exagerar. De dois mil e quatro a dois mil e quinze se vi, num total dos Europeus e Mundiais a que fomos, uns quarenta e cinco minutos de jogos (e não seguidos) foi muito.

10.7.16

The Beach [Youtube]

Acho que, finalmente, decidi parte do rumo que quero dar ao meu canal do Youtube.

8.7.16

A Saudade Pós-Bloggers Camp

  [fotografia da Joana Sousa @ Jiji]

Pensei muito em como ia escrever a publicação sobre o Bloggers Camp. Não vos queria dizer como foram os dias porque para isso temos os relatos de quem lá esteve, não vos queria dizer o que fizemos que para isso temos o programa.
Sobrava-me contar como é a experiência do Bloggers Camp aos meus olhos.

Viver o Bloggers Camp sendo uma das organizadoras é quase a mesma coisa como vivermos um jogo da Selecção sendo o Cristiano Ronaldo. Não somos as melhores do Mundo, mas vivemos tudo intensamente.

5.7.16

7 Coisas Que Aprendi No Primeiro Ano Fora de Casa

Às vezes estamos tão absortos na nossa vida que juramos a pés juntos que nunca fazemos nada dela. Que não aprendemos nada de novo. Que burros velhos não aprendem truques. No entanto se tirarmos um bocadinho para pensar na nossa vida no último ano - ou dez meses, para mim - vemos que a realidade é bem diferente! Estamos sempre tão focados no negativo e no mais-ou-menos que nos esquecemos do bom.

Ir para a Faculdade nem sempre significa sair de casa dos pais, mas no meu caso significou. Foi um ano intenso, para não dizer caótico (ou quase épico!) e estou a ter um bocadinho de dificuldades na adaptação do "não tenho tempo para nada" para o "tenho demasiado tempo para tudo" (mas isso é assunto para outra publicação). Apesar de ter sido um ano assim sinto que cresci. E que aprendi para caraças. E que, sobretudo, me tornei mais Ana. 

1.7.16

Torre + Igreja dos Clérigos, Porto

Já devem ter reparado que demoro muito tempo a escrever sobre as viagens que faço - seja em Portugal, seja no estrangeiro - mas o motivo é simples e, para mim, faz todo o sentido: gosto de prolongá-las para além do tempo em que as vivi.

Dá-me gozo abrir a pasta onde estão as fotografias dos sítios onde fui - e onde acabei sempre por ser feliz - e lembrar-me de tudo outra vez, por isso não gosto de despachar tudo rapidamente. Gosto de o fazer em pequenas doses homeopáticas.

Escrevi sobre o fim do primeiro de quatro dias no Porto em Março. Acho que já estava mais do que na altura de vos mostrar o início do segundo dia.

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