17.8.14

PHOTO MOMENT | Going Medieval

Foram dez dias. Dez dias de cheiros e sabores de outros tempos. De histórias e lendas tornadas realidade. De mouros e cristãos. De batalhas e lutas. De fins de tarde e noites pautadas por especiarias, tecidos ricos e coloridos e com uma banda sonora deliciosa que nos faz sentir contagiados.

Foram dez dias e eu adorei-os a todos. A Feira Medieval é uma das minhas épocas favoritas aqui na terrinha. Sente-se o pulsar de vida nas ruas históricas, os monumentos ganham outra cor e outra luz. As pessoas ficam contentes e contagiam-se umas às outras. Há comida deliciosa em todos os recantos. Há música. Há animação. Adoro.

Este ano foi o meu primeiro ano com a Lola em altura de Feira Medieval e, como não podia deixar de ser, decidi documentar alguns detalhes daquela que é a minha semana favorita do mês de Agosto.

16.8.14

PERSONAL | Decisions, Decisions...

Estou numa altura da minha vida em que tenho de tomar decisões. Tenho n opções em cima da mesa e todas elas me parecem viáveis.
Tenho problemas com o tomar decisões: faço sempre uma lista de prós e contras em relação a cada uma - e, de momento, não há nenhuma que prefira em relação a outra - e opto por aquela que vai à frente. É lógico, é racional mas factorizo também aquela que me vai fazer mais ou menos feliz, vai-me fazer sentir mais ou menos realizada. Não gosto de me atirar de cabeça para o desconhecido por isso decidir que caminho seguir torna-se, para mim, algo mais complexo e complicado do que para a maioria das pessoas. Gosto de ter a certeza que estou a fazer a coisa certa, que estou a seguir o caminho certo, que não me vou arrepender dois dias ou um mês ou um ano depois. Não sou impulsiva nem minimamente espontânea, não sou mesmo.

Por fora pode parecer que está tudo calmo, que está tudo tranquilo e que estou a levar esta situação de decidir o que fazer com a minha vida com uma tranquilidade e leveza que em alturas de maior stress me é característica. Mas não estou.
Quem me conhece como a palma da sua própria mão sabe que estou a entrar em parafuso. Que estou tudo menos calma e tranquila. Que tanta opção em cima da mesa me está a fazer mal. E, se mais provas disso precisassem, bastava olharem para a minha pele da cara que está uma miséria e é o melhor indicador do meu nível de stress. Quanto mais stress, mais borbulhas me nascem feitas ervas daninhas na cara e parece que volto a ter treze anos e os níveis de hormonas descontrolados - que nunca aconteceu porque nunca fui propícia a desenvolver acne nem nada dessas coisas.

Estou a tentar que as peças que sou eu não se desmanchem umas das outras, que demorei imenso tempo para chegar onde estou hoje: com tudo junto (barely, mas tudo junto). Estou a tentar não entrar em stress desnecessário.
Às vezes gostava de ser mais espontânea e não tão regrada porque a tomada de decisões podia ser mais fácil. Mas por outro lado não. Ser como sou ajuda-me a pôr as coisas em perspectiva.

Vale-me que ainda tenho algum tempo para decidir o que quero fazer da minha vida. E, quem sabe, até eliminar hipóteses e tirá-las de cima da mesa.




13.8.14

BOOK REVIEW | The Lonely Hearts Club


ISBN: 9780545140317
TÍTULO: The Lonely Hearts Club
AUTOR: Elizabeth Eulberg
EDITORA: Point
EDIÇÃO/REIMPRESSÃO: 2009
PÁGINAS: 290
LIVRO ÚNICO OU SÉRIE/TRILOGIA: Livro único
FORMATO DO LIVRO: Kindle

12.8.14

OFF TOPIC | A Universidade e as Alternativas

Vou começar esta publicação com um cliché que não deixa de ser uma verdade universal: nem tudo é para toda a gente. É uma treta - que é - mas é verdade: nem toda a gente pode ser médica ou advogada ou engenheira. Nem toda a gente é um génio da Matemática ou entende facilmente línguas e ligações Químicas.
Mais chato se torna quando precisamos de uma dessas coisas para atingirmos os nossos objectivos ou seguirmos um sonho e essa coisa torna-se uma enorme pedra no meio do caminho entre o ponto A e o ponto B.

9.8.14

160

Uma das minhas memórias favoritas de Verão envolve-me a mim, à ML., um dia quente de Agosto por terras do Alto Alentejo e um pedaço de relva a ser regado.

Olhamos uma para a outra, pousamos as mochilas, tiramos os chinelos e corremos de uma ponta à outra, com a água fresca a bater na nossa pele e a rirmos que nem umas perdidas.
No fim, com os pés cheios de relva e as roupas molhadas, regressamos à sombra, sentamo-nos num banco um pedaço e ficamos a secar e a acabar de rir.

Foi um daqueles momentos de pure bliss. Sem preocupações. De felicidade pura e de sorrisos e gargalhadas sinceras.





 
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